No calendário judaico, cada festa revela um marco histórico e profético: em Êxodo 12:3, o cordeiro separado no 10 de Nissan inaugura a Páscoa (14), seguida pelos Pães Ázimos (15). Sete semanas depois, em Sivan, vem a Festa das Semanas (Pentecostes), celebrando primícias e, profeticamente, o derramamento do Espírito. No sétimo mês, o toque das Trombetas anuncia o arrebatamento, e o Dia da Expiação traz o perdão; por fim, Tabernáculos aponta ao reino milenar. Festas posteriores—Hanukkah (dedicação do Templo) e Purim (livramento em Ester)—comemoram vitórias históricas. Entender esse ciclo ajuda a reconhecer “marcadores” do mover de Deus ontem e hoje, firmando nossa esperança viva no cumprimento das promessas divinas.
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A Páscoa
Na Páscoa judaica, cada gesto traz um profundo significado. Instituída em Êxodo 12:14 como “estatuto perpétuo”, essa festa reúne a família em torno do cordeiro pascal – agora cumprido em Cristo, “o Cordeiro de Deus” (João 1:29). As crianças perguntam “Que culto é este?”, perpetuando a história d...
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A Festa dos Pães Asmos
Na Festa dos Pães Asmos (Êxodo 12:15), o fermento é expurgado como símbolo da pressa e da pureza do novo tempo; “um pouco de fermento faz levedar toda a massa” (I Coríntios 5:6). O pão sem fermento aponta para Cristo, “o pão vivo que desceu do céu” (João 6:51), sustento perfeito para nossa jornad...
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A Festa de Pentecostes
A Festa das Semanas (Pentecostes) fecha o ciclo agrícola judaico, celebrando as sete semanas desde os pães asmos até a colheita, conforme registrado no capítulo 23 de Levítico. Naquela festa, todos foram todos cheios do Espírito Santo. Esta festa remete ao nascimento da Igreja. Entenda como essa ...